Guardiões do Clima precisam-se
Por um lado, as mudanças climáticas são uma realidade.
A concentração de dióxido de carbono na atmosfera subiu para níveis sem precedentes. O dióxido de carbono interfere na troca de energia infravermelha através da atmosfera o que tem provocado um preocupante aquecimento global.
Por outro, as necessidades energéticas da humanidade continuam a crescer.
Há cada vez mais pessoas com mais equipamentos ligados durante mais tempo. O aumento exponencial do consumo elétrico precisa de ser sustentado por energia ilimitada.
Apesar de infinita, a energia da
Natureza não deve
ser desperdiçada.
Energia como a do Vento, a do Sol, ondas do Mar ou do volume de um Rio. Energia de elementos que Portugal conhece tão bem.
A Finerge serve de exemplo: mais infraestruturas, mais empregos, mais desenvolvimento das zonas rurais, mais proteção de espécies ameaçadas, menos gases de estufa emitidos para a atmosfera.
A Europa e o país têm objetivos claros para a redução da sua pegada ambiental: em 2050, Portugal quer atingir a neutralidade carbónica.
Eco significa casa.
Ecologia e economia. Duas formas de olhar para a mesma questão:
a nossa casa, o nosso planeta.
E se estas duas forças trabalhassem juntas, de forma simbiótica, por forma a que a proteção de uma levasse ao crescimento da outra?
A Finerge serve de exemplo: mais infraestruturas, mais empregos, mais desenvolvimento das zonas rurais, mais proteção de espécies ameaçadas, menos gases de estufa emitidos para a atmosfera.
Mais energia sim, mas também e essencialmente, melhor energia.
A Europa e o país tem objetivos claros para a redução da sua pegada ambiental: em 2050, Portugal quer atingir neutralidade carbónica.
Recorrendo a ciência de ponta, a Finerge encontra a forma de recolher e transformar a força dos elementos.
O resultado é uma energia mais limpa com um impacto positivo na realidade atual. Social, ambiental e economicamente.